Você não precisa ter um “Negócio de Impacto” para ter impacto com seu negócio.

Os negócios causam impactos. Todos e sempre.


Você não precisa ter um “Negócio de Impacto” para ter impacto com seu negócio.

Os negócios causam impactos. Todos e sempre.

É como a Cultura Organizacional: ela existe; seja qual for a cultura que esteja “rodando” no momento. Ela existe e “está lá” o tempo todo. Não tem como uma empresa não ter uma cultura, da mesma forma que não tem como uma pessoa não ter hábitos.

O que acontece é que você pode ter bons ou maus hábitos. Mas você os tem.

No caso da empresa, o que se pode (ou deve) fazer é trabalhar a Cultura para que ela seja desenvolvida visando eficácia, benefícios, “saúde institucional”, etc.

O mesmo acontece com os impactos.

A simples existência de uma empresa, assim como o consumo do dia a dia, causa impacto, seja ele negativo ou positivo. Sempre há um impacto sendo gerado junto às pessoas, ao macro ambiente e às finanças. Simplesmente por existir, física ou juridicamente, toda pessoa tem seu impacto. Seja ele aferido ou não. Seja bom ou ruim. 

“Negócios de impacto” é um termo novo no mindset da nova economia.

De acordo com o movimento ALIANÇA Pelos Investimentos e Negócios de Impacto, “Negócios de Impacto são empreendimentos que têm a missão explícita de gerar impacto socioambiental ao mesmo tempo em que geram resultado financeiro positivo e de forma sustentável.

Há 04 princípios (vide Carta de Princípios para Negócios de Impacto no Brasil) que diferenciam os Negócios de Impacto das ONGs ou dos negócios tradicionais (independentemente da constituição jurídica da organização):

(1) têm um propósito de gerar impacto socioambiental positivo explícito na sua missão;
(2) conhecem, mensuram e avaliam o seu impacto periodicamente;
(3) têm uma lógica econômica que permite gerar receita própria;
(4) possuem uma governança que leva em consideração os interesses de investidores, clientes e a comunidade.

Os negócios de impacto podem assumir diferentes formatos legais: associações, fundações, cooperativas ou empresas.”

Veja o original em: https://aliancapeloimpacto.org.br/o-que-sao-negocios-de-impacto/.

É evidente a importância deste “postulado” muito bem elaborado pela ALIANÇA.

Mas vamos destacar o fato de que o impacto empresarial, independente de sua empresa ter sido fundada para isso ou de sua vontade em transformá-la num desses atores muito bem definidos conforme elencados acima, existe e faz parte do seu dia a dia.

Ter ciência do quanto uma empresa pode ser a transformação da sociedade e criar negócios com este fim é uma dádiva. Esta é a alma da nova economia que já está rodando. Muitos jovens (tanto pela tenra idade, quando pela plena mente) farão negócios assim. É assim que o novo mundo funciona. Entender que o trabalho não nos suga, que ele é a expressão de um propósito sendo exercitado concomitantemente à realização financeira de sua vida particular e que as empresas, na verdade, existem para isso, é o ápice da existência empreendedora. Assim são os negócios no novo paradigma econômico vigente.

É assim que se floresce, indo além de se sustentar. Pois não basta para em pé; é preciso dar bons frutos. É nisso que acreditamos e é assim que atuamos aqui na ABISSAL, por exemplo.

No entanto, há muitos empresários que, quando sonharam suas empresas, não estavam pensando apenas em ganhar dinheiro, bem como não imaginavam que existiriam “negócios de impacto”. Não dessa forma. Tem muita gente boa no meio corporativo que ainda não viu as melhores expressões de seus negócios acontecerem, mesmo que já tenham sonhado com elas. Isso por estarem imersos em uma cultura mercadológica que não facilita o brotar dos bons frutos. Na melhor das hipóteses, eles conseguem minimizar seus impactos negativos e isso geralmente se dá no contexto ambiental.

Mas estes empreendedores querem causar impacto, sim! Querem “florescer”, mesmo que ainda não utilizem estes termos. Querem que seus impactos positivos sejam maximizados e os negativos, minimizados. E querem isso porque, no fundo, sabem que é mais do que possível; é o que faz sentido de verdade.

O mesmo vigor e coerência que há nestes empreendedores dos definidos “Negócios de Impacto”, está presente em muitos empresários mercado afora. Há “propósitos hibernando” em muitas empresas por aí. Nós sabemos disso porque temos contato com gente assim, cheia de disposição, esperança e fé de que se pode fazer tudo de um jeito muito melhor daqui em diante.

Mas muitos não sabem por onde começar. Temos que nos ajudar uns aos outros.

A boa notícia é que, com cada vez mais gente operando neste contexto, temos bons exemplos e incentivadores reais para fazermos dos negócios, os grandes protagonistas da nossa sociedade.

Bons exemplos para benchmarking, iniciativas como essa da ALIANÇA que “puxam a fila”, serviços especializados e leis que tanto incentivam o positivo quanto punem o negativo, formam uma rede de condições que dão às empresas a oportunidade de serem vanguarda neste cenário.

Estamos num momento histórico. E esta mudança requer que os empreendedores que têm a visão deste novo ponto de vista, acreditem e se empenhem em fazer de seus negócios, reais atores de impacto positivo ao seu redor, onde quer que atuem.

Coragem e força!

Avatar

Por Comunicação Abissal Capitalismo Saudável


Voltar